Debate sobre direitos marca retorno da exposição Vidas Refugiadas a São Paulo

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Vidas Refugiadas é um projeto que pretende dar protagonismo para a mulher refugiada e sua história. Crédito: Vidas Refugiadas

Celebrando o primeiro ano do projeto “Vidas Refugiadas”, o Museu da Imigração recebe até 28 de maio a exposição fotográfica que apresenta um pouco do cotidiano de oito mulheres refugiadas no Brasil. A abertura da mostra, realizada sábado (18/3), contou com debate com as protagonistas do projeto

Por Géssica Brandino
Do Caminhos do Refúgio, em São Paulo – link completo aqui
Crédito da foto: Victor Moriyama/Vidas Refugiadas

Em um ano de trabalho, foram múltiplas as experiências e trocas que as participantes puderam ter com brasileiros de onze cidades. A nigeriana Nckechinyere Jonathan conta que se sentiu em casa em Salvador, pois lá viu seus irmãos africanos e sentiu o espírito acolhedor da cidade. Para Maria Illeana Faguaga Iglesias a experiência também tem sido gratificante, por permitir quebrar estereótipos em torno do refúgio. “Nós não somos coitadinhas”, faz questão de frisar no diálogo com o público, lembrando que o projeto tem contribuído para o empoderamento das refugiadas no país.

Leia mais: Vidas Refugiadas volta a São Paulo com o retrato de gênero no refúgio

Uma das questões levantadas pelo público durante o debate foi a documentação, um dos principais entraves que refugiados enfrentam no país para ter acesso a direitos. A partir da solicitação de refúgio, eles recebem da Polícia Federal o Protocolo de Permanência Provisória, documento que servirá para identificação até a resposta do Comitê Nacional para Refugiados sobre o reconhecimento da condição de refugiado no país, a partir da Lei 9474 de 1997, a lei de refúgio brasileira.

Veja a matéria completa no site Caminhos do Refúgio

 

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