No dia Mundial do Migrante e Refugiado, Brasil ainda precisa amadurecer em relação ao tema

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Hoje (13/01), segundo domingo após a Epifania do Senhor, a Igreja Católica celebra o Dia Mundial do Imigrante e Refugiado. Em mensagem feita especialmente para a data, o papa Bento XVI afirma que “os fluxos migratórios são um fenômeno impressionante pela quantidade de pessoas envolvidas, pelas problemáticas sociais, econômicas, políticas, culturais e religiosas que levanta, pelos desafios dramáticos que coloca à comunidade nacional e internacional”.

O texto completo do papa, “Migrações: peregrinação de fé e esperança”, pode ser lido neste link.

Estima-se que o mundo tenha hoje cerca de 215 milhões de migrantes (apenas para efeito de comparação, o Brasil tem em torno de 190 milhões de habitantes). E independente do credo ou origem, esta data e outras que homenageiam esse imenso contingente servem como reflexão e oportunidade para olhar com mais atenção para as pessoas que buscam uma vida melhor em outros países. E, em muitos casos, são vistas com desconfiança e até mesmo como ameaças nos locais que chegam para construir ou reconstruir suas vidas.

Apesar de composta por imigrantes, a sociedade brasileira ainda precisa amadurecer quanto à questão. Legislação desatualizada, tendência em “comprar” ideias preconceituosas ou mesmo xenófobas empregadas no exterior, excesso de burocracia e tratamento inadequado são apenas alguns dos obstáculos que os imigrantes enfrentam por aqui – em especial aqueles que possuem baixa qualificação profissional.

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